sexta-feira, 24 de abril de 2009

Planejamento

Acabo de ler no site Nós da Comunicação uma entrevista muito bacana com Daniel Medina, Diretor de Comunicação Corporativa da Nokia Siemens Networks.

Selecionei um trecho:

Nós da Comunicação – Como a Nokia Siemens desenvolve o planejamento estratégico de sua atividade? Trabalha em ciclos curtos ou longos?
D.M. – Temos uma área global de planejamento estratégico, que também possui membros regionais, que trabalha com dois tipos de planos: um de ciclo mais curto e um de ciclo mais longo. Para ser bem sucedido em um mercado tão competitivo como esse é absolutamente imperativo trabalhar de forma eficaz tanto no curto prazo devido às demandas dos clientes quanto no longo prazo, pois o desenvolvimento de novos produtos, serviços e tecnologias requer processos contínuos com resultados de médio e longo prazos.
O planejamento estratégico de curto prazo é feito semestre a semestre por nossa área de estratégia, por meio de forecasts de cada área de vendas, targets mundiais de desempenho em diversas métricas, além de diversos inputs de mercado. Este planejamento é revisto mês a mês, de acordo com flutuações de demandas, alterações de portfólio etc.

Meu planejamento de comunicação é feito em paralelo com o planejamento estratégico da empresa, de forma a refletir os objetivos globais e regionais da Nokia Siemens e utilizar, da forma mais eficaz possível, os recursos dos quais dispomos.

Para conferir a íntegra, acesse o link.

Para saber mais sobre o planejamento estratégico elaborado por Daniel e sua equipe na Nokia Siemens Networks, assista a sua palestra no 13º Congresso Anual de Comunicação Interna - dia 23/06 às 10h30.

quarta-feira, 8 de abril de 2009

Funcionários motivados produzem mais

Li um artigo muito interessante no Mundo do Marketing relacionando a satisfação so público interno à dos clientes. Segue trecho:

Muitas empresas investem milhões em marketing, publicidade e treinamento de equipes, muitas vezes sem levar em consideração que as pessoas que serão os porta-vozes da marca não estejam satisfeitas ou engajadas com os objetivos do grupo. Uma pesquisa divulgada recentemente pela TNS Intersciense mostra que a satisfação dos clientes internos e externos está relacionada e chama atenção para as causas de insatisfação dos funcionários e investimento nos clientes internos

O caso de sucesso citado foi o da Promon:

A Promon foi eleita a melhor empresa para se trabalhar nos últimos 10 anos no ranking da revista Exame. Para Renata Randi, Diretora de Marketing, o segredo está na comunicação. “Todas as empresas são grandes redes de relacionamento e isso é exercitado frequentemente na Promon”, garante.

Além de benefícios como assistência médica e plano de previdência privada, há participação nos lucros. Na Promon, todos os funcionários são também proprietários, o que é um dos maiores incentivos para o crescimento individual e institucional.

A empresa também se preocupa em eliminar o que os estudos apontam como causas de insatisfação: todos têm acesso aos dirigentes e às finanças de modo que cada um pode propor seu próprio salário. Os funcionários também passam por uma avaliação e recebem o feedback de seu trabalho e acompanhamento na carreira quando se destacam. Tudo isso se reflete também na forma como os clientes da empresa vêem o trabalho. Renata Randi conta que os valores da instituição são naturalmente identificados. “A Promon tem valores humanos como ética, idoneidade, transparência e eqüidade e estes atributos são reconhecidos pelos nossos clientes”, observa.

Para ler o texto na íntegra, siga o link.

Para conhecer mais sobre a experiência da Renata Randi na Promon e saber como eles estão agindo em momento de crise, assista à sua palestra em nosso Seminário Pós-Congresso Gestão da Comunicação Interna em Situações de Crise, que acontece em São Paulo, no dia 25 de Junho.

segunda-feira, 30 de março de 2009

Case Itaú Unibanco

03/11/2008 - 16h23
Fusão Itaú-Unibanco cria maior grupo do Hemisfério Sul; bancários temem demissões
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da Folha Online
O
anúncio de fusão das operações da Itaúsa --empresa de participações do grupo Itaú-- e do Unibanco foi bem recebido pelo mercado. O ministro Guido Mantega (Fazenda) afirmou que o negócio fortalece o sistema financeiro do país, enquanto especialistas destacaram o fato de o setor sair com mais capacidade para expansão internacional. Por outro lado, bancários mencionam o temor de que a fusão resulte em demissões, apesar de as instituições destacarem que as bandeiras e agências continuam funcionando separadamente.
A
fusão do Itaú e Unibanco formará o maior banco do país e o maior grupo financeiro do Hemisfério Sul. Segundo comunicado divulgado pelos bancos, o "valor de mercado fará com que ele [grupo] fique situado entre os 20 maiores do mundo". "Trata-se de uma instituição financeira com a capacidade de competir no cenário internacional com os grandes bancos mundiais", informaram as duas empresas.

Como fica a comunicação interna neste momento delicado? É o que estou muito curiosa para ver na palestra da Sonia Consiglio Favaretto, Superintendente de Comunicação Interna e Institucional do Banco Itaú, que palestrará em nosso seminário pós-congresso Gestão da Comunicação Interna em Tempos de Crise, no dia 25 de junho às 16h30. E você, quer saber como foi?